Cinco erros mais cometidos no tratamento de dor crônica

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Cinco erros mais cometidos no tratamento de dor crônica

Sentir dor todos os dias ou sequencialmente é a realidade de muitas pessoas. Enxaqueca, dores musculares ou na articulação são toleráveis quanto aparecem pontualmente, mas e quando fazem parte do cotidiano? Esta é a realidade de pelo menos 30% da população do mundo inteiro, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). No Brasil, mais de 60 milhões de pessoas sofrem com as doenças crônicas, segundo a SBED (Sociedade Brasileira de Estudo da Dor). Como o próprio “crônico” sugere, não há cura, mas há cura SIM e inúmeras formas de tratamentos que amenizam os sintomas e tornam a vida mais leve e saudável. O maior erro dos pacientes é não buscar diagnóstico e, inclusive, tratamento, ao reparar que as dores são constantes. Pode ser que de princípio a dor seja amena e não represente tanto problema, mas é primordial recorrer à ajuda antes que se torne insuportável ou irreparável.

Você sabe quais são os cinco erros mais cometidos no tratamento de dor crônica? Separei uma lista para conscientizar acerca do assunto e evitar que mais pessoas sofram com um problema destes bem desenvolvido, sem ser trabalhado.

1 – Falta de exercício físico

É muito comum que as dores façam o paciente fugir das práticas físicas. É normal, mas não deve ser normalizado no dia a dia. Evitar as atividades, diferente do que se acredita, não poupará o indivíduo da dor, pelo contrário. Ficar parado fará com que a musculatura se tencione, desenvolvendo novos problemas e podendo, inclusive, trazer novos quadros dolorosos. Claro, é necessário que o exercício seja acompanhado de um profissional para evitar lesões e agravamentos do caso, mas as atividades praticadas corretamente são super indicadas como paralelas ao tratamento.

 

2 – Automedicação

A automedicação é perigosíssima em qualquer cenário, mas piora quando se trata de dores crônicas. A dor crônica tem como característica aparecer com frequência, continuamente. Sendo assim, analgésicos comuns não apenas não farão efeito, como podem fazer com que o paciente busque novas alternativas, em doses mais fortes. Com isso, o organismo se acostuma e tem seus mecanismos de regulagem da dor afetados. Ao iniciar o tratamento, é comum que o profissional “desintoxique” o corpo do paciente, pedindo afastamento dos analgésicos comuns e passando a aplicar os reguladores.

 

3 – Mudar o tratamento por conta própria

Muitas são as alternativas, mas apenas um profissional é capaz de saber apontar qual é a melhor forma de tratamento para o paciente. Ele saberá indicar quais os medicamentos e exercícios que podem ser empregados no dia a dia, sem prejudicar o organismo e de fato oferecendo alguma melhora. Começar novos tratamentos por conta própria e abandonar outros é um risco de ter que começar do zero ou, pior, de danificar o físico.

 

4 – Abandonar ou faltar na fisioterapia

Pode ser que seja difícil manter uma rotina de frequentar a clínica e há ansiedade para ver logo os resultados, mas é importante sempre lembrar: os resultados podem não ser imediatos, mas são contínuos! A fisioterapia não tem contraindicações, não tem risco de viciar o organismo e fornece um alívio verdadeiro ao organismo, prevenindo que novos danos apareçam, já que trabalha com integralidade.

 

5 – Evitar tratamentos complementares

Apostar apenas em medicamentos e esquecer de terapias e tratamentos complementares é um erro bastante comum. Às vezes o alívio está mais perto e é de mais fácil acesso do que se imagina. Métodos como a meditação e o alongamento, por exemplo, liberam substâncias responsáveis pelo bem-estar, como a serotonina e endorfina, que equilibram o corpo e aliviam dores.

Veja também: Dor crônica quais são os danos causados por ela?

 

 

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